14 fevereiro 2008

A propósito do Dia dos Namorados

E porque este é um espaço dedicado aos meus amores (e não só, mas principalmente) não podia deixar de registar neste dia que é hoje o dos namorados, embora com um atraso de um ano (também há um ano atrás este cantinho ainda não existia) , um gesto de amor.


Pois então como eu dizia, faz hoje um ano, ao chegar ao infantário para ir buscar os meus meninos, encontro a Maria com um magnífico ramo de flores, oferecido pelo namorado(ou melhor, pela mãe do namorado).


Surpreendida pelo acontecimento fiquei eu. Inchadíssima com tal oferta estava ela.

A educadora, não pode de deixar de registar tão solene acto que foi o da entrega do dito ramo.
Era ou não era giro o ramo?




E eles até formavam um belo par, não formavam?





Formavam, pois a Maria a partir de determinda altura deixou de achar piada, pois segundo ela, o menino andava sempre "ranhoso e eu não gostava de beijos com ranho". Desculpas... Que o cachopo além de ser giro, até anda sempre muito limpinho, mas....

Este ano, quando lhe perguntei para quem era o postal dos namorados que estavam a fazer na escola, respondeu-me que como não tinha namorado, o postal era para a sua melhor amiga, e "prima", a Inês...

Estou quase de abalada para os ir buscar... Vamos lá ver que surpresas vou ter este ano, ou não....

29 janeiro 2008

Bloglines

Ao principio achei piada.
Agora acho menos piada.

Distancia-me...
Leio a correr, pois é de fácil acesso.
Leio todos até ao último da lista.
"Já lá vou comentar" - penso para mim.
Termino de ler todas as actualizações.
Olho para o relógio. É tarde!
Saio sem comentar.

Distancio-me...
Falha a comunicação.
Falha a amizade...

12 janeiro 2008

A queda

O cenário é este: quinta-feira, 23 Dezembro. Enquanto estava com a minha mãe na cozinha, a Maria encaminha-se para o lado da despensa.
-"Onde vais filha?"
-"Vou só ali buscar uma coisa que preciso! Eu vou lá, eu vou lá deixa-te estar!" -Independente como tudo é o que é!
Continuo a conversar com a minha mãe, quando de repente ouvimos um estrondo seguido de um:
-"Aiiii, molhei-me toda..."
A correr chegámos à despensa e o quadro que vimos foi a Maria a levantar-se da bacia onde tinha o bacalhau a demolhar... Foi buscar um pacote de Sumo á despensa e, antes de se virar de novo para a porta para sair, vinha de marcha atrás e caíu de rabo direitinho dentro da bacia. Eu fiquei sem saber o que fazer, pois até perceber como se tinha passdo, não sabia se havia de lhe ralhar ou se havia de me rir, ou se havia de a consolar, pois entretanto tinha começado a chorar. Pudera, a água estava gelada e ela estava toda molhada.

Depois de perceber que não tinha tido culpa, levei-a directa para a banheira, primeiro para que aquecesse, e segundo porque estava com um pivete a bacalhau que não se aguentava:)

Já com ela na banheira, deu-me um ataque de riso, que rimos as duas às garagalhadas da situação durante um bom bocado. Ela tem um humor tão fantástico que frequentemente se ri dos seus próprios disparates.

Bonito, bonito foi que na noite da consoada, não parava de dizer:
-"E sempre vamos comer o bacalhau onde eu caí com o meu rabo?"

Momentos

Sabe bem observar e acompanhar a evolução dos nossos bebés! O João já come sozinho, incluindo a sopa. Ok, ainda precisa do babete, mas com o tempo vai aperfeiçoando a pontaria.

Um momento de relax dos pequeninos com os sobrinhos da minha irmã. Que paciência que o David tem para o João Henrique. E deve ser por isso que ele o adora.


Com esta postura só pode sair artista! O que ele se divertia no piano que a irmã recebeu de prenda no Natal. Mas tinha que ser sempre com o microfone ligado!


Este carro, a prenda do João, apesar de ser eléctrico, a Maria achava que andava devagarinho demais. Vai daí, toca de empurrar o irmão. "Mais depresa, mais depressa!!"

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Férias de Natal

Forma quase duas semanas sem escolinha, que passaram connosco. O nosso primeiro Natal, na casa nova. E que bem que soube. O João não se cansou de andar no cavalinho de baloiço, de tal maneira que de vez em quando, tal cavalinho "desaparecia" pois quando era montado atravessava a sala inteira. Parado é que não ficava.

As brincadeiras entre os dois, forma mais que muitas. Houve muitas birras, brigas pelo mesmo brinquedo, mas por incrível que pareça, foram mais os momentos de cumplicidade e brincadeira boa, do que as disputas. Como se pode ver, era frequente andarem assim... de mãos dadas!


Uma das coisas boas que tem o facto de morar no campo, é ter do outro lado da rua, um pinhal como este, onde eles vão contentíssimos da vida, com o avô, às pinhas para acender o lume.

E durante as férias houve também jardinagem cá em casa. E que ajudantes que o papá teve, enquanto plantava estas canas da Índia. A ver vamos papá, no que essa plantação vai dar!


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E ele voltou...

Tal como tinha ficado combinado, quando ele passou por aqui, no sábado a seguir ao Natal, voltou com a família, e trouxe também o irmão mais novo, com a respectiva família. Foi mesmo muito bom, pois também cá estava a minha mãe, e a minha irmã e o meu cunhado. Foi uma casa cheia (éramos 14 à mesa, contando com os meninos). O tema de conversa durante o jantar, foram os tempos de adolescência que passámos juntos, principalmente as maluquices que se faziam, e as famosas férias de 1988. A minha mãe então delirou pelo facto de voltar a estar com os "meninos" dela já tão grandes e com filhos.

Foi pena a Lu não ter podido vir também. Sem dúvida que a mim principalmente me fez muita falta, pois vivemos muita coisa juntas que gostaria de ter relembrado com ela. Fica para uma próxima!

A lembrar fica uma foto tirada no ano passado durante as férias. Ele e a minha Maria.

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10 janeiro 2008

E no novo ano...

...o trabalho tem sido mais que muito. Hoje apercebo-me de que a época das festas já terminou há quase duas semanas (e que semanas óptimas foram estas que passaram) e que nunca mais aqui vim registar nada dos meus meninos lindos, e há tanto que contar e tanto que registar. Desde a queda da Maria na bacia do bacalhau (cheia de água:) ), à noite de Natal, às visitas que tivémos, à passagem de ano... Bom, coisas boas que já lá vão, e que o trabalho quase nos faz esquecer, tal foi o ritmo com que comecei o ano. Mas eu não deixo, até porque há algumas (pois, porque houve alturas de que a confusão cá em casa era tanta, que a última coisa a vir ao pensamento era a máquina fotográfica) fotografias a documentar os momentos felizes.

Para já deixo a promessa de que assim que tiver mais tempinho venho contar tudo com mais pormenores, para que um dia mais tarde os meus meninos também possam vir relembrar. Deixo também os meus votos (se calhar um pouco atrasados...) de que este ano seja um grande ano para todos, cheio de saude, paz, amizade, trabalho, viagens, e já agora o euromilhões. Não precisa de ser para mim, que eu não me importo que saia a alguém amigo. Assim se eu precisar de dinheiro, ao menos tenho a quem recorrer ;)

Já agora só mais uma coisa: Ó morangoecereja, manda-me lá um convite para que te possa ler também.
Beijinhos

As nossas (verdadeiras) férias de Verão 2020

Uma vez que estávamos de praias fechadas e limitações nas deslocações pelo país pouco mais pudémos fazer do que ficar em Tanger. Para variar...