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31 agosto 2009

E já passou um mês...

Há um mês atrás começaram os dias de férias, de ter os meninos em casa, dos dias sem horários de entrada e saída, os dias de descontracção. Infelizmente o papá só conseguiu tirar uma semaninha para ficar connosco de manhã à noite, mas foi uma semana do melhor.

Nestas ultimas quatro semanas, aconteceram tantas coisas... Muitas boas, outras menos boas, que a vida assim é... nem tudo são rosas, mas acima de tudo prefiro guardar na memória e no coração as coisas boas que me aquecem a alma e me deixam cheia de felizes recordações.

Houve tempo para tanta coisa... Para as muitas tardes de piscina, para os muitos dias de praia, as brincadeiras, o Algarve, Sesimbra, a Costa Nova, os mergulhos, os medos vencidos, as conquistas, as braçadeiras, a passagem da piscina infantil para a piscina grande, as barbatanas, os óculos e o pauzinho de respirar, os saltos na cama elástica, as piscininhas no mar, e os amigos... Sim os amigos, aqueles do coração que nos acompanham desde a infância, e os mais recentes que de tão especiais, os sentimos como de há tantos anos, e as cumplicidades, e as brincadeiras que vemos os nossos filhos fazerem juntos. E deles... as histórias, as brincadeiras, as birras, as festas de discoteca, com as luzes do quarto apagadas, as brinacdeiras novas ensinadas e incentivadas pela mais velha...
E as unhas pintadas, as das mãos e as dos pés, e as maquilhagens, e ele que também queria pintar os lábios, e pronto tá bem, pode ser com batom do cieiro, e as danças do ballett, mais as pegas dos forcados, e os fatos improvisados com um saco de brinquedos na cabeça e uma toalha de mesa vermelha amarrada na cintura, e a promesa de um fato à séria!

E depois os almoços, e as idas às compras, e as mudanças na casa, e mais as visitas surpresa, onde se pede logo estadia para uma noite e o ainda melhor regresso conjunto, para uma semana que foi tão boa...

E o cafezinho depois do almoço que se transformou em lanche, e depois em jantar, e venham mais sete, que há lugar para todos, mas temos que ir comprar casacos para uma noite que se adivinhava fria, mas depois ficou tão quente!

Hoje a casa ficou mais vazia, mais calada, mais sossegada e já lhes sinto as saudades, torcendo para que voltem daqui a duas semanas. Amanhã para muitos é o início de um novo ano de trabalho, de escola, de regresso à vida normal. Para mim, vai ser o último dia de férias com os meus meninos. Aquele que quero aproveitar ao máximo e com eles fazer o que eles quiserem.

Na terça há que me organizar, que começar a preparar aulas, e planificar sessões e tudo isso que felizmente ocupa os meus dias e noites. Embora me prive dos meus meninos, afinal é isso que nos permite poder passar e dar tanto valor aos dias como os que passaram.

12 setembro 2008

...

Sem saber que título dar à coisa escrevo. Escrevo o que não quero escrever. Que os dias estão cada vez mais pequenos, que os fins de dia são cada vez mais frios, que a minha filha ainda chora quando a deixo no infantário, enquanto me diz, com lágrimas gordas a escorrer pelas faces abaixo, que gosta muito de mim e do pai e vai ter muitas saudades, que as férias já acabaram, e que o dinheiro também vai acabando cada vez mais cedo... Enquanto isso, os dias passam, o tempo passa, sempre a somar datas, sem que pare e volte atrás.


Amanhã mais uma "cerimónia" do encerramento do Verão. Parece que ainda ontem foi a "abertura". Ainda ontem nos juntámos todos, alegres, amigos, felizes, e do pretexto do início do Verão tomámos belas banhocas de piscina, comemos todos juntos (depois de alimentadas as crianças:) ) sem deixar de brincar, partilhámos as sobremesas feitas por todos, e até revemos amigos que decidiram rumar para lá do mar, e que tudo fizeram para regressar para o dia do encontro. Estes dias que hão-de ficar para sempre registados nas nossas memórias e no nosso Livro de Actas que religiosamente, todos os anos passa de mão para os organizadores do próximo encontro. E como regista estes nossos dias... Está lá tudo, e para que não haja dúvida que todos foram, a assinatura de cada um é feita no final da leitura da Acta. Miudos e graúdos, assinaturas e gatafunhos... E como demora a leitura da Acta:) A ver se começamos a colocar lá uma foto de todo o grupo... E já passaram practicamente dois meses. DOIS MESES!



O ciclo começa novamente, a sério, a doer e com a certeza de que muito ainda vai acontecer até ao próximo ano, mas cada vez mais me parece, que o tempo passa a correr.

21 dezembro 2007

Passaram 19 anos...

...quase sem dar por isso. Tinha 13 anos quando o conheci, e desde logo, fui considerada como uma irmã. E quase instantâneamente também ele foi "adoptado" como mais um da familia, por todos nós. A minha mãe, conserva ainda uma fotografia oferecida por ele naquela altura, na carteira, no meio das duas outras filhas, as biológicas.

Entretanto a vida deu voltas, destinos trocados, e ele acabou longe de todos nós, na Suiça. A ultima vez que estivémos juntos foi há ano e meio atrás, como quase sempre, no Algarve, durante as férias de Verão, e é tão bom ver como tudo se manteve igual, depois destes anos todos. Bem... aconteceram muitas coisas, e houve algumas mudanças. Kilos a mais e a menos, mais ou menos cabelos brancos, gente nova na família, mas o carinho e a amizade que sempre nos uniu, essas mantém-se de pedra e cal.

Anteontem recebi um telefonema:
-Estou a sair agora da Suiça, e amanhã estou em tua casa. Quero que conheças a minha filha!
Felicidade, ansiedade, e ontem às 18h30m chegaram bem. Foi uma noite muito agradável, onde recordámos os tempos de antigamente, as férias passadas juntos, as passagens de ano, os Natais... Senti-me voltar um bom par de anos atrás no tempo. E foi óptimo ver os nossos filhos juntos...

Se tudo correr como planeámos, ainda nos voltaremos a ver, ainda estas férias, antes de ele voltar à Suiça. Até lá meu irmão...

10 setembro 2007

O Regresso

Fim de férias... Início de Setembro... Regresso às aulas! Para eles e para mim!

Foi um misto de alivio e saudade! Por um lado, queria continuar com eles, gozar cada minuto do crescimento e do desenvolvimento deles que tanto gostei neste ultimo mês, mas ao mesmo tempo, numa casa nova com montes de caixas e sacos ainda por abrir e arrumar (que muitos ainda assim continuam). Sem contar com a preparação das minhas aulas. É impossivel prolongar este mês de Agosto durante mais tempo.


A semana que antecedeu o regresso ao infantário, foi de ansiedade por parte da Maria. Todos os dias de manhã me perguntava se era aquele o dia que ia voltar à escolinha para a sala dos grandes. Na noite de Domingo para Segunda, foi um castigo conseguir que ela fosse para a cama, tal era a excitação de voltar a encontrar os amiguinhos do ano anterior e os novos coleguinhas que iria ter.


Segunda feira de manhã! Tão diferente do que foi o ano passado... O seu verdadeiro primeiro dia de escolinha... Foi o pior mês e meio da minha vida. O tempo que ela demorou a habituar-se a estar na escola e que ficou sem verter uma unica lágrima. Nos dias que antecederam este dia eram para mim um verdadeiro tormento, sair pela porta fora e ouvir o choro dela até fechar a porta do carro e ligar o rádio. E quantas vezes fiquei ali, parada a ouvir quando se calava... Houve algumas vezes também, que contra a vontade da educadora, quando via que ela demorava demais a acalmar, eu voltava para trás, ia conversar com ela e só vinha embora quando ela resignada, lá aceitava dar-me um sorriso, e ficava a ver-me sair novamente, com as lágrimitas a escorrerem cara abaixo, em silêncio...

O pai, por vontade dele, ela não ia mais para o infantário. Achava cruel demais fazê-la passar por isso. Havemos de arranjar alguma outra solução, dizia ele, mas eu sabia que mais tarde ela havia de gostar da escola, e como ela gosta hoje em dia...

Por isso, lá ia eu... Levá-la todos os dias pois, se o Ivo a visse chorar como eu vi, era incapaz de a deixar, e nunca mais a levava...


Este ano, foi com uma vontade enorme, ansiosa de conhecer a nova salinha, onde iria ter colegas até aos 5 anos. Os grandes! E que bem que me soube ser ela a virar-me as costas e vê-la ir brincar com os "velhos" e "novos" amigos. Sem choro, sem tristeza, sem drama!


O João entrou para o infantário o ano passado em Outubro, quando teve vaga. Tinha 8 meses e meio... A sua adaptação não custou tanto como à Maria, mas também durante duas semanas só o deixei ficar até depois do almoço. A sesta vinha fazê-la a casa, com o avô. Passado esse tempo a educadora disse-me que podia deixá-lo mais tempo, que ele já estava completamente integrado. E integrou-se muito bem...
Na segunda feira passada, tal como a irmã, lá ficou, entretido, e também foi ele que me virou as costas e saltou para o colo da educadora.


E para que fique o registo aqui estão eles todos contentes a sair de casa, para o regresso à escolinha!



31 julho 2007

Férias

Desde as 22h 30m de sexta feira passada, estou oficialmente de férias. Eu e o papá e os meninos. Bem... para o papá hoje e amanhã ainda há trabalho... Os contratempos de ultima hora... Para os meus meninos estas são as "primeiras" férias, pois este que passou, foi o seu primeiro "ano escolar".

Hoje lembrei-me muito das minhas férias esolares, e tive saudades daqueles tempos... Desde os meus 2 anos de idade sempre fui com os meus pais para o Algarve. Eram as férias no lugar de sempre, com as pessoas de sempre ,que ficavam marcadas de um ano para o outro. Ficávamos sempre numa pensão, bem no centro de Albufeira, a cerca de 100 metros da Praia do Peneco. Ainda me lembro de que muitas vezes eu ficava a dormir a sesta e quando acordava ia ter com os meus pais e com a minha irmã à praia. Era só atravessar o túnel... Nessa altura, ainda se podia fazer isso. Albufeira não passava de uma aldeia piscatória com uma praia excelente.

Depois passámos a ir para casa de amigos onde passei sem dúvida todas as melhores férias da minha vida. Nesta altura ia sozinha, mal acabava a escola, metia-me no autocarro e levava 12 horas até chegar a Albufeira... Lá tinha à espera grandes amigos e grandes aventuras... Eram as férias inteiras... Verão e Páscoa, lá estava eu a marcar presença, e a matar saudades do ano anterior. Os meus pais iam lá, e lá ficavam mais ou menos duas semanas. Depois regressavam e a maior parte das vezes eu ficava...

Houve um ano que foi sem dúvida o que mais me marcou... Foi em 1988. Eu tinha apenas 13 anos e o que me diverti nesse ano foi de tal forma que ainda hoje me lembro de todos os detalhes com imensa saudade. Foi o ano que passei a frequentar as discotecas com os meus pais. Foram eles que me levaram à discoteca a primeira vez e me mostraram o bom, e o que podia ser mau. Lembro-me também que nesse ano, estava muita gente nova em casa desses amigos (eles tinham 6 filhos) e como não havia mais carros para sair à noite, e o meu pai não podia emprestar o dele (o carro não tinha seguro, era ele que tinha a carta de condução no seguro, o que lhe permitia conduzir qualquer carro, derivado da sua profissão), então os meus pais acompanhavam todas as saídas nocturnas. Chegávamos a ser 9 e 10 pessoas dentro do carro, mas ninguém ficava sem se divertir. Depois quando saíamos da discoteca, íamos comer hamburgueres caseiros a um restaurante que havia onde hoje é a Marina de Albufeira... Como tudo mudou! Acho que este ano sem dúvida ficou marcado nas nossas vidas. Na minha, na da minha irmã, Lurdinhas, Paulo, Manela, Miguel...

E depois havia as brincadeiras na praia. Acho que nunca mais nadei até às bóias como nós nadávamos. E lembro-me quando a Lu perdeu o fato de banho, quando fomos ao largo tirar a areia que tinhamos dentro deles, depois de horas a rebolar nas ondas. E lembro-me também uma vez em Julho, por altura das marés vivas, que os rapazes tiveram que fazer um cordão humano, para que eu, a Lu e a Ana pudéssemos sair do mar, pois estávamos tão cansadas de rir e nadar, que já não tínhamos força para passar a zona de rebentação!

Depois era o convívio à mesa... Os churrascos, as sardinhadas, as idas ao frango da Guia, à sardinha de Portimão... Sempre uma casa cheia de gente, alegria, conversas, brincadeiras...

Sei perfeitamente que esses tempos já lá vão, que foram vividos na altura certa, da maneira certa, e só espero que um dia os meus filhos, possam ter as suas férias perfeitas, durante muitos anos, e que as possam recordar com o mesmo carinho e a mesma saudade que eu recordo as minhas.

25 maio 2007

Esta semana...

...tem sido uma correria diária. Todos os dias ao deitar penso no que não consegui fazer, e isso não me deixa adormecer. Penso que deveria ter conseguido realizar todas as tarefas a que me tinha proposto e sinto uma sensação de inutilidade. Dá-me vontade de me levantar outra vez da cama e ir fazer qualquer coisa. Sobretudo dá-me vontade de ir embalar a tralha para levar já para a casa nova, mas depois penso:
-"Guida Maria (não sou Maria, sou Isabel) mas o que é que vais fazer à uma da manhã, já com toda a gente a dormir em casa? Acordar toda a gente a embalar coisas, de que ainda precisas aqui e que depois, não vais conseguir encontrar porque está tudo dentro de caixas?"

Na segunda feira, fui ao funeral do pai de um grande amigo. Penso que isso também mexeu um pouco comigo... Trouxe-me à lembrança uma dor que tem andado adormecida. As saudades que tenho do meu pai. A dor de ele ter partido quando estava grávida da Maria. A pena de ele não ter ficado connosco ao menos para conhecer a neta. Lembro-me quando a médica dele me contou, que ele lhe perguntava muitas vezes se ainda tinha tempo de conhecer o neto (era o que ele gostava). No dia do seu funeral tinha marcada a minha ecografia morfológica. Quando a realizei, alguns dias mais tarde, fiquei a saber que afinal era uma neta...

É horrivel vermos a doença levar aqueles que mais amamos, sem poder enfrentá-la e lutar com ela de igual para igual... É injusto termos que dizer adeus, quando temos vontade de abraçar, mimar, brincar, correr e rir com esse alguém. O meu pai tinha um sentido de humor óptimo!

Os sentimentos, as lembranças, os cheiros, as gargalhadas, esses ficam para sempre no coração! A imagem... no olhar!

15 maio 2007

200...

...visitas ao nosso blog. Fico contente por ter alguma "audiência", mas sem duvida que o mais importante é registar os nossos sentimentos; as nossas alegrias, as nossas frustações, os nossos medos, os nossos orgulhos... Relativamente a comentários, não abundam é verdade mas...Vou acreditar no velho ditado: "Quem cala consente!" A todos, sejam sempre bem-vindos!

23 abril 2007

As crianças são o melhor do Mundo

O fim de semana passou a correr e mais uma semana começa. É bom... 5 weeks to go!
Na sexta quendo cheguei a casa (23h) o João já dormia, só a Maria me esperava entretida a ver DVD's sentada ao lado do pai.
-"Mamã, mamã, já sei fazer o "pizle" do Noddy! Anda cá ver, anda anda, podes vir..."
Descobriu que os DVD's tinham jogos, e não descansou enquanto o Ivo não lhe explicou em que botões tinha que mexer, para conseguir completar os puzzles e chegar ao fim dos labirintos... Estava radiante... É simplesmente delicioso vê-los crescer de dia para dia e, acompanhar as suas evoluções, se bem que algumas vezes me apeteça que fiquem pequeninos para sempre. O João então é do mais mimalho que pode haver... A Maria apesar de ser bastante meiga, nunca foi de ficar no colo a dar e a receber miminhos. O João sim, esse fica mesmo a jeito para receber beijos e cócegas. Receber e dar. Agarra-me na cara com aquelas mãozinhas fôfas e besunta-me toda com beijos e lambidelas. Sem duvida que os filhos são a melhor coisa do Mundo. Apetecia-me ter mais uma data deles. Por isso não gosto quando me dizem:
-"Ah, que bom um casalinho... Agora trancas à porta, já chega... Um casalinho é muito lindo e não é preciso ter mais filhos."
Mas onde é que raio está escrito que devemos ter só dois filhos e tem que ser casal? Já uma pessoa não pode ter os filhos que quer? Dá-me vontade de dizer logo:
-"Pois mas eu vou continuar a ter filhos até chegarem os gémeos!"

Sempre gostei de famílias com muitos filhos. A partir dos meus 13 anos passava quase todas as minhas férias escolares, com um casal amigo dos meus pais que tinha 6 filhos; 5 rapazes e uma rapariga, mais nova que eu 2 anos, com a qual fiz amizade para o resto da vida. A minha irmã mais nova...Para mim eram as melhores semanas do ano... Embora alguns já estivessem casados e fora de casa, havia sempre gente em casa. Os filhos, os amigos dos filhos, as namorados dos filhos, os netos. Eu delirava com todo aquele movimento e amizade que se vivia naquela casa. E mais engraçado era as aventuras que eu vivia com a minha amiga Lu e com o sobrinho Miguel, que só tinha menos 2 anos que ela e teimava que podia fazer tudo o que a tia fazia pois:
-"Ela só tem mais 2 anos do que eu!"
Com outro sobrinho dela, o Tonico vivi um dos episódios mais engraçados com crianças. Um dos irmãos dela vive na Suiça, e os filhos dele (já vai no quarto, duas meninas e dois meninos), quando chegavam aos dois, três anos vinham passar cerca de 2, 3 meses a Portugal para casa dos avós para que aprendessem a falar português. Então num dia que eu estava lá em casa, era o Tonico quase recém chegado e apreciei o avô a brincar com ele, tentando que ele passasse debaixo das pernas dele para imitar um combóio a passar num tunel. O pobre do menino não estava a perceber nada daquilo e não quis brincar mais. O avô desistiu e o Tonico desabafou um:
-"Uf... Il est fou...!"
Depois eu fui com ele para a cozinha, para o tentar entreter até o jantar ser servido, e comecei a ensinar-lhe o nome de alguns objectos em português que ele, pacientemente ia repetindo:
-"Copo."
-"Copo."
-"Pão."
-"Pão."
-"Colher."
-"Colher."
Até que ele de repente já um pouco entediado com aquilo tudo, pega numa maçã e diz-me muito senhor de si:
-"Pomme!"
Desarmou-me logo. Fartámo-nos de rir os dois e fomos brincar com carrinhos.
Pois é, as crianças também têm muito para nos ensinar...

As nossas (verdadeiras) férias de Verão 2020

Uma vez que estávamos de praias fechadas e limitações nas deslocações pelo país pouco mais pudémos fazer do que ficar em Tanger. Para variar...