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17 março 2011

Em contagem decrescente

Hoje senti verdadeiramente que os dias não param e passam como se da maratona se tratasse. Estamos a meio da semana e quando der por ela já estamos novamente a meio da semana que vem. Por um lado deixa-me animada pois o tempo que demora a que nos juntemos todos novamente está a passar a correr mas por outro lado angustia-me pois são dias e dias em que o problemas continuam sem resolução e solução, ou invés de um fim definitivo. Ontem senti mesmo mesmo que sim, que a abalada vai chegar num instante. Ali no meio do Registo Civil, enquanto tirávamos as fotografias e assinávamos uns papelinhos, enquanto "fazíamos" os passaportes. Começo a sentir na realidade a mudança, a vida nova que aí vem e sinto ao mesmo tempo, a ânsia de partir e o medo do que nos espera. E a incerteza deste mundo que está em mudanças a nivel global. Mas sim, sei que vai correr bem, e que como tudo, não há-de ser um mar de rosas, mas se assim não fora, que valor teria?

27 setembro 2009

...

Não sei bem que título dar a este post. De facto é coisa que não gosto de fazer. Dar um título... Até porque a maior parte das vezes começo a escrever com uma intenção e depois a coisa acaba por mudar de rumo.

Há um tempo que nada escrevia. Tenho coisas para registar.Os meus filhos continuam a crescer lindos e saudáveis. O João ainda se está a adaptar ao Jardim de Infancia. Apesar de não ter mudado de Instituição, ainda está em fase de adaptação à nova educadora que por sinal é uma querida, e nos ultimos dias tem ficado a chorar ao colo dela. A Maria já retomou a rotina. O infantário, a música, o ballet, as brincadeiras as idas à quinta da Tilde, o dia do brinquedo, e os trabalhos de casa (da sua auto recriação) quando chega a casa. Continuo sem a certeza de que fiz bem em deixá-la mais um ano no infantário tal é a vontade dela de aprender e tal é a sua evolução nos cadernos de exercícios das letras, mas adiante, que quero continuar a acreditar que foi o melhor para ela.

O trabalho felizmente é muito, o que me possibilita, ou melhor impossibilita de pensar demasiado nas coisa menos boas que nos têm acontecido, deixando-me apenas a alternativa de ter que ser o mais prática e objectiva possivel, na busca da melhor solução para que tudo acabe bem.

Nesta altura temos também cá a minha irmã e o meu sobrinho fofinho que, só agora conheci e que já amo tanto. Para a semana é o regresso às origens, com o batizado dele na terra mãe e, na semana seguinte, não sei como vou conseguir aguentar a primeira separação que vou ter dos meus pimpolhos. Quatro dias que vou para Faro, a trabalho. Mas pronto, como é do meu estilo, isto para já não passa de uma informação que está anotada na minha agenda, e da qual vou ter tempo para sofrer o que tiver que sofrer na altura, que até lá toca a aproveitar cada hora, minuto e segundo que passo com eles.

Este fim de semana é o primeiro calmo neste ultimo mes, em que nem uma refeição temos feito em casa, e sinceramente está-me a saber pela vida. Apesar da tristeza de não poder ter ido ao Aniversário do Tio Paulo, confesso que estava a precisar de por as minhas coisas em dia... A roupa, a casa, o sono, o tempo para mim, o livro que comecei a ler no princípio de Julho, e este cantinho...

Daqui para a frente muita coisa pode mudar radicalmente. Oxalá consigamos tomar as decisões certas. Por nós mas sobretudo por eles!

As nossas (verdadeiras) férias de Verão 2020

Uma vez que estávamos de praias fechadas e limitações nas deslocações pelo país pouco mais pudémos fazer do que ficar em Tanger. Para variar...