16 agosto 2009

Porquê?

É o que me ocorre quando temos uma notícia destas....
É como levar um murro no estômago ao pensar na alegria, na jovialidade, no gosto pela aventura de um amigo que partiu.
E depois a angustia... Como encarar um pai, que toda a vida deu tudo e tudo fez pelo seu filho único. E o nó na garganta quando ao telefone choramos os dois, e com o choro dizemos tudo um ao outro, sem mais palavras.
E como dar força à Paula, e explicar à Ana e ao Gonçalo que o pai foi para o céu definitivamente... Meu Deus...
Olha por nós daí, desse céu que tanto te apaixonava. Fica em paz Eddy.

Aqui vemos um dos seus ultimos saltos tandem.

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