25 março 2009

Deles

Tão doces, felizes, saudáveis. Pena só do tempo que vai começar a faltar outra vez para eles. Ontem, depois de trabalhar até às 23h00, chego a casa e tudo dormia. Na mesma cama, pai e meninos descansavam, cansados das brincadeiras, correrias, da aula de ballet, da ginástica e... de esperarem por mim.
Sempre a mesma coisa, o mesmo lamento, mas com a plena consciência de que a vida assim o obriga. Os compromissos, as despesas, os extras e o bem estar que lhes queremos proporcionar... Sossega-me o coração quando os sei bem entregues, com carinho, atenção, no entanto... sem mim. Ou o pior, eu sem eles.
Fica a esperança e a paciência de que é uma fase. Que melhores dias virão. Que outro emprego virá a ocupar mais os dias e menos as noites. Há-de vir, há-de acontecer... Ou então... venha o euromilhões:)

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