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18 maio 2012

Believing

 
Porque não posso desisitir, porque não posso deixar de acreditar, que sim... um dia tudo vai mudar. Por mim, e sobretudo por eles... Mas quando meu Deus, quando?

20 dezembro 2010

Ainda do Telegrama...

Pois que foi hoje comunicado o resultado. HVP de alto risco, cirurgia marcada para dia 11 Janeiro. Bela forma de começar o ano, logo a eliminar o que não presta:)
Bom Natal a todos!

16 novembro 2010

Destes dias que passam...

Pois que a escrita não me tem saido como antigamente, e não é que me ande a faltar o tempo, antes fosse, o que é um facto é que parece que o prato da balança das coisas menos boas tem pesado mais que o dos bons acontecimentos e isso deixa-me aborrecida. Aborrecida e sem vontade de escrever. E escrever o quê? Registar o quê? Que os tempos não estão fáceis? Que as despesas são cada vez maiores? Que não quero pagar Scuts e que ontem tive que sair de casa às 7 da manhã para conseguir estar na Escola às 9 horas, e que para isso os meus filhos tiveram que dormir em casa dos avós? Que me dói a alma só de pensar que o depósito do carro já está outra vez na reserva e tenho que ir à bomba? Que ontem foi outra vez dia de pagar o Iva e não tinha dinheiro? Pronto, já escrevi, já registei, e isso não me alivia a alma, não resolve os meus problemas nem tão pouco me dá mais ânimo. E tão pouco me dá mais ânimo ver que, com quer que seja que eu falo, que comento toda esta situação, obtenho as mesmas queixas, os mesmos desabafos, e sentir que estamos todos no mesmo barco... Preferia tanto que houvesse muito menos gente como eu... Muito menos gente que se deita a pensar como vai pagar as contas do dia seguinte, a pensar como vai ocupar as manhãs, as tardes e as noites que já estavam reservadas para este ou aquele curso e depois deixaram de estar assim de repente... Por isso não tenho escrito muito. Prefiro guardar todas estas preocupações e registar antes as boas...

10 novembro 2010

Do telegrama...

Segunda feira lá fui... a sentir-me pequenina, com um friozinho na barriga à espera do que a médica me ia dizer. E pronto, o que eu queria era mesmo que ela me tivesse dito, que sim que tinha detectado uma inflamação e tome lá estes comprimidos para tomar duas semanas e fica fina, mas não! Pois que então pode haver a possibilidade de estar infectada (será que é assim que se diz? palavra de honra que não me consigo lembrar das palavras da médica...) com o virus do HVP. Portanto seguiu amostra para fazer o teste ao dito do HVP. Até dia 20 de Dezembro, data da próxima consulta vou andar com esta nuvem negra aqui a pairar... até saber o resultado, e depois... Depois logo se vê, e uma coisa de cada vez...

19 outubro 2010

E em tempos de crise

Provavelmente chegou a hora de tomar medidas drásticas sem outras soluções à vista.
Vai doer, vai custar, mas... depois passa, tem que passar...

26 novembro 2009

6mm e uma garganta inflamada

Por causa de 6mm e uma garganta inflamada, que a vida se trocou ontem. A rotina alterou-se e o que era para ser já não foi. A noite começou com o alerta de que a Maria estava com dores de garganta. E eu na Maia até às 10 da noite a ligar para ver se tinha febre. Quando cheguei confirmei... 38º. Brufen que é anti-inflamatório e anti-pirético, e pensei: Amanhã é melhor não ir para o infantário. Na cautela ficou a dormir conosco para controlar a temperatura. Por volta das 4 e meia da manhã o João aparece a querer estadia, mas... já estava ocupado. Ficou de burro amarrado e não cedeu à explicação de que a irmã estava com febre. Solução; olha, vamos os dois para a tua cama. Mas então que lhe deu a espertina da birra e não havia maneira de voltar a adormecer... Entretanto oiço o pai no corredor. Olha, também lhe deu a espertina, pensei eu. Deixei-me ficar com o João até ele adormecer e voltei para a minha cama. Entretanto como a luz da casa de banho estava acesa fui ver o que se passava., e vi o Ivo cheio de dores, sentado na cadeira... Que me dói a barriga, que me dói aqui em baixo, que estou mal disposto e ai ai que vou vomitar...
Até às 7 da manhã foi um corre para a casa de banho, e vou agora fazer um chá, e toma lá o chá, e lá se foi o chá, e as dores que não passam, e não quero ir ao hospital, a vamos lá para o hospital.
No meio de toda a barafunda a Maria acorda do melhor, com um bom humor que não é normal, e sem febre. E é devido a isto que a mando então para o infantário. Deixados os cachopos no infantário, vamos directos ao hospital. Pulseira laranja na triagem e directo ao médico e ao raio x. Deve ser uma cólica renal. A ecografia confirma o prognóstico. Pedras no rim. Uma já a chegar à bexiga com 6 mm e outra ainda alojada com 12mm... Soro na mão, e estadia de uma manhã inteira. E as minhas aulas pró tecto, por uma boa causa que o meu amor também precisava de mim. A tarde foi então passada atrás de ervanárias, chás e xaropes para desfazer a dita dos 6 mm... A Maria felizmente lá se aguentou o dia todo sem febre e bem dispostinha. Continua no entanto com o Brufen, para ver se a coisa não evolui para que seja necessário o antibiótico. Mais um bom dia portanto!

13 outubro 2009

Que mais nos irá acontecer - Parte III

Hoje que foi o nosso dia, e que não trabalhei à noite pudémos jantar em casa. Depois de um dia com uma dor de costas brutal, chegam a casa. O João "lesionado", com um joelho esmurrado por uma queda, e a Maria queixosa com dores de cabeça...
Passadas duas semanas as minhas suspeitas confirmam-se. Foi-se a febre do João, que tinha aparecido no fim de semana do batizado, e chegou agora à Maria. Na hora da confirmação o termómetro marcava 39.5º.

Que mais nos irá acontecer - Parte II

Só para não maçar muito, nem me tornar muito chata, por aqui continua tudo mais ou menos na mesma. É mais ou menos como a Rita, assim!

02 outubro 2009

Que mais nos irá acontecer???

Desespero, frustração, raiva, incapacidade, derrota, invasão, aflição. Estes foram alguns dos sentimentos que senti ao mesmo tempo, hoje ao chegar ao carro, e ver que tinha sido assaltada à porta do infantário dos meus filhos.

Partiram o vidro e levaram a mala, com tudo lá dentro. Porta moedas (com dinheiro), chaves, cartões, óculos de sol (graduados), documentos, tudo! Senti o chão fugir-me debaixo dos pés e desesperei sem os meus bens pessoais, e depois senti o vazio e, a injustiça. Porquê eu, porquê nós, e porquê nos ultimos tempos tudo correr mal. Como diz a minha melhor amiga, sinto-me como nos desenhos animados, o boneco que anda constantemente com a nuvem negra em cima da cabeça.

Depois foi o pandemónio, o achar que devia ter sido um ladrão de ocasião, que tinha fugido a pé, e corri o pinhal vizinho à procura da mala, na esperança de que tivesse sido abandonada, caída no meio do chão. Depois foi a polícia que não queria ir tomar conta da ocorrência. Depois a discussão do Ivo com a GNR, que finalmente acedeu a deslocar-se ao local, mais o Nucleo de Investigação Criminal. E depois a constatação, através das imagens gravadas pelas câmaras de vigilância do Infantário, de que afinal tinha sido um casal, num carro branco, que tinha assaltado o meu carro.

E no meio disto tudo, os meninos no parque a brincar e sem perceberem porque é que o pai e a mãe andavam ali para a frente e para trás com os polícias atrás deles...

A mala felizmente já apareceu, num caixote do lixo, perto de uma outra escola a 20 Km de distância e onde outra mãe, foi roubada como eu. Já lá não estavam os óculos de sol, nem o dinheiro e nem os cartões, mas ao menos recuperei os documentos e as outras coisas que são MINHAS, de mais niguém. Os ladrões, através de tratamento de imagem talvez se consiga decifrar a matrícula do carro e se não for falsa nem o carro roubado, se chegue a eles.

Fica o saldo negativo também da conta do vidro partido...
Diz o ditado que hora a hora Deus melhora. Assim espero que se Ele nos anda a pôr à prova, já chega de avaliação...
Bom fim de semana a todos!

27 setembro 2009

...

Não sei bem que título dar a este post. De facto é coisa que não gosto de fazer. Dar um título... Até porque a maior parte das vezes começo a escrever com uma intenção e depois a coisa acaba por mudar de rumo.

Há um tempo que nada escrevia. Tenho coisas para registar.Os meus filhos continuam a crescer lindos e saudáveis. O João ainda se está a adaptar ao Jardim de Infancia. Apesar de não ter mudado de Instituição, ainda está em fase de adaptação à nova educadora que por sinal é uma querida, e nos ultimos dias tem ficado a chorar ao colo dela. A Maria já retomou a rotina. O infantário, a música, o ballet, as brincadeiras as idas à quinta da Tilde, o dia do brinquedo, e os trabalhos de casa (da sua auto recriação) quando chega a casa. Continuo sem a certeza de que fiz bem em deixá-la mais um ano no infantário tal é a vontade dela de aprender e tal é a sua evolução nos cadernos de exercícios das letras, mas adiante, que quero continuar a acreditar que foi o melhor para ela.

O trabalho felizmente é muito, o que me possibilita, ou melhor impossibilita de pensar demasiado nas coisa menos boas que nos têm acontecido, deixando-me apenas a alternativa de ter que ser o mais prática e objectiva possivel, na busca da melhor solução para que tudo acabe bem.

Nesta altura temos também cá a minha irmã e o meu sobrinho fofinho que, só agora conheci e que já amo tanto. Para a semana é o regresso às origens, com o batizado dele na terra mãe e, na semana seguinte, não sei como vou conseguir aguentar a primeira separação que vou ter dos meus pimpolhos. Quatro dias que vou para Faro, a trabalho. Mas pronto, como é do meu estilo, isto para já não passa de uma informação que está anotada na minha agenda, e da qual vou ter tempo para sofrer o que tiver que sofrer na altura, que até lá toca a aproveitar cada hora, minuto e segundo que passo com eles.

Este fim de semana é o primeiro calmo neste ultimo mes, em que nem uma refeição temos feito em casa, e sinceramente está-me a saber pela vida. Apesar da tristeza de não poder ter ido ao Aniversário do Tio Paulo, confesso que estava a precisar de por as minhas coisas em dia... A roupa, a casa, o sono, o tempo para mim, o livro que comecei a ler no princípio de Julho, e este cantinho...

Daqui para a frente muita coisa pode mudar radicalmente. Oxalá consigamos tomar as decisões certas. Por nós mas sobretudo por eles!

16 junho 2008

Já agora...

...alguém conhece um remédio eficaz e indolor, para eliminar definitivamente moluscos contagiosos de piscina, sem ter que escarificar a pele da criança com uma agulha? É que o creme que o dermatologista recomendou não está a fazer muito efeito...
Muito, muito, muito obrigada!

20 maio 2008

Adeus querida

Foi mais que uma mãe, amiga, confidente, companheira, e porto de abrigo da minha melhor amiga, e tive a sorte de tê-la como minha amiga. Tinha sempre uma palavra de incentivo para dar, e ainda me lembro dos lanches que nos preparava, quando saíamos das aulas, no liceu. Preocupava-se com todos nós e quando ficava algum tempo sem aparecer lá em casa, perguntava logo se se passava alguma coisa comigo. Ainda me lembro da sua felicidade, do seu sorriso, quando fui apresentar-lhe a minha filha. Os anos passaram e trouxeram as maleitas próprias da idade. A ultima vez que a vi, há cerca de mês e meio, estava doente, achei-a muito frágil. Nem quis ir connosco comemorar o aniversário da "sua menina". Melhorou entretanto, disse-me a minha amiga, mas a semana passada, o destino levou-a de nós. Fiquei triste e teho a certeza de que irei sentir saudades dela, pois fez parte da minha adolescência, mas no fundo sei, que assim foi melhor, pois os tempos que se avizinhavam iriam trazer-lhe muito sofrimento. No sábado, fui despedir-me dela. Vou guardá-la para sempre na memória e no coração. Adeus querida Dora, até sempre.

31 outubro 2007

E vão duas....

...viroses! Pois é, qual convidada que veio passar o mês cá a casa, pois assim é a desgraçada da virose, que se agarrou ao meu Joãozinho como uma lapa! Quando parecia que tudo tinha voltado a encarreirar e que a partir de agora tudo voltava ao normal, uma birra descomunal no domingo à noite pôs-me alerta e voltar a pegar no meu melhor amigo destes ultimos tempos; o termómetro (daqueles mesmo á moda antiga que os digitais que comprei, não me dão duas leituras iguais e depois de ficarem sem pilha finaram-se e nunca mais deram nada...).

Pois lá estava bem marcados 39,5 graus. Lá voltei ao armário dos benditos xaropes, e na segunda à tarde, após telefonema ao pediatra, lá fomos nós ao Sr. Doutor. Depois de bem observado, dos pés à cabeça, gargantas, ouvidos e afins, o diagnóstico foi: mais uma virose!


Gostei do que ouvi, pois enquanto forem viroses destas, que depois de 3 ou 5 dias vão embora, está tudo bem. Pior seria se fosse alguma doença maluca que o estivesse a afectar, só não gostei foi de ter gasto 60€ na consulta por causa duma porcaria destas!


Está então o menino de "férias" do infantário, a dar que fazer aos avós paternos, pois enquanto não há febre, nada pára naquela casa! Já vamos no 3º dia, e ainda de manhã havia febre. Vamos a ver quantos dias mais vai demorar esta inquilina indesejada!

25 outubro 2007

Pode ser uma virose...

...Quarta feira de manhã, e o João acordou sem febre. Assim se manteve até á hora de ir para o infantário. Pensei:
-Porque não arriscar? Passou a noite sem febre, ainda não subiu a temperatura desde que acordou... Vai para o infantário. Não vou entrar em paranóia com a história da febre!

E foi. Deixei-o contentíssimo com a educadora, não sem antes recomendar que se ele fizesse febre me telefonassem imediatamente para o levar ao Hospital. Durante todo o dia o tal telefonema não chegou o que me alegrou um pouco.
-"Já passou" - Pensei.

Quando os fui buscar deram-me a confirmação. Passou o dia muito bem disposto; dormiu bem, comeu melhor e não teve febre.

Fomos directos para a piscina, pois estava em cima da hora da aula da Maria.

Já em casa, depois do banho, começa a ficar super rabugento, com os olhos muito vermelhos, mole, e pede cama, que tem sono. Ainda lhe tentei dar a sopa, mas a birra foi superior e acabei por ir deitá-lo sem comer.

-"Depois dou-lhe um biberão de leite..."

Passado meia hora fui medir-lhe a temperatura. 39 graus! Toca a acordar e vamos para o hospital, depois de lhe dar o dito biberão de leite ( que ele não tinha jantado e não fazia a minima ideia do tempo que lá iria demorar), e uma colher de Ben-U-Ron.

Já no Hospital o atendimento foi relativamente rápido. Da triagem passou directamente para o atendimento, para o gabinete da pediatra que o observou.
Dada a história dele e o antibiótico recente, não lhe foi diagnosticado mais nada além de uma virose, que pode durar entre 3 a 5 dias, uma vez que febre apesar de atingir picos altos, é bastante espaçada, e reage à medicação.

Hoje, por recomendação médica ficou em casa com a avó, e até aqui não houve sinal de febre.

Vamos a ver se é desta!

23 outubro 2007

Os azares continuam...

Eu cá não acredito em bruxas, mas, como se costuma dizer, que as há, há! Especialmente nesta época, em que o dia delas se aproxima.
O João continua com febre, por isso... agenda de amanhã: ida ao Hospital de Aveiro, logo de manhã, bem cedinho!

Hoje tive um furo em plena VCI, no Porto. Saio da Via Norte, entro na VCI em direcção à Ponte da Arrábida e... Já está, pneu furado! "Belo sítio para ter um furo! É que aqui nem há trânsito nem nada..." Pensei eu baixinho. Toca a vestir o belo do colete, quando assim de repente me lembro: "Boa! A porta da mala não abre!" Está avariada vai assim para uns mesitos... Não vou conseguir tirar o pneu sobressalente.
Há que ligar para a assistência em viagem!
-"Minha senhora, a indicação que tenho é que a sua apólice não abrange furos. Terá que chamar o reboque à sua conta" Diz-me a iluminada do outro lado
-"Se eu conseguisse abrir a porta da mala, não precisava de reboque nenhum... Eu mesma trocava o pneu, mas não consigo descortinar como é que a senhora quer que eu troque o pneu sem ter acesso à roda suplente. Tenho uma avaria no carro, no sistema eléctrico que me impossibilita a marcha, por isso tenho direito a reboque sim senhora!" - Tento eu explicar com muita calma (ao princípio). Que não continuava ela a dizer, e que sim insistia eu, com a voz a subir gradualmente de tom! Depois de me ter exaltado um pouco e de lhe dizer que ia trocar de seguradora, que podia anular já aquela apólice e que exigia, pelo prémio que pago todos os anos, ter o meu problema resolvido e dizer que não falava mais com ela, mas sim com o superior, lá me diz, que após nova consulta ao chefe, tinha luz verde para aceitar a operação e que me iria então enviar um reboque para transportar o carro e um táxi, para me levar a mim.

Depois de 45 minutos de seca (em plena VCI, com vista para o Hospital da Prelada) lá me chega o reboque. Para minha salvação, o senhor que o conduzia era do mais prestável, de tal forma que lá me conseguiu tirar o pneu suplente da mala, depois de rebater os bancos traseiros e aceder a ele por aí. Também me tinha lembrado disso, mas não me achei com força para tal proeza... Ofereceu-se então para me trocar o pneu e assim eu podia seguir viagem no meu rico carrinho. Agradeci-lhe imenso e depois de terminar, lá me vim embora. No entanto já não tive tempo para passar em casa da minha sogra, para ver o Joãozinho, pois tinha uma aula para dar às 6 horas da tarde!

Enfim, agora só me resta esperar pela próxima "aventura". Eu parece que ando a elas e as acho... Porque é que só não me sai o Euromilhões?

22 outubro 2007

As medidas do rapaz

Da consulta da passada sexta feira:
Cresceu 3 centimetros em altura
Aumentou 1 centimetro na a medida do capacete
Perdeu peso (- 60 gramas que na consulta dos 18 meses), segundo o pediatra devido ao problema que teve da febre, antibiótico, etc....
-Facilmente recuperável mãe! Não tem nada que se preocupar, que ele é de raça miuda, mas saudável. Crianças Obesas é que não.-Diz o médico e eu... lá me vou resignando, mas não contente. Para a quantidade de comida que ele come, penso que deveria ter mais peso... Não sei, talvez não. Vou acreditar no pediatra pois é ele o especialista da coisa...

Sábado á noite:

Voltou a febre. A despi-lo para o deitar e acho-o quente. Termómero em acção, que me devolve uma leitura de 39,5 graus. Ben-U-Ron, e dorme que nem um santinho. Verifico de novo a febre às 5 da manhã, 37,5 graus. Porreiro penso eu, deve ter sido passageiro. 7h30 da manhã. Acordo com ele a chamar-me. Vou buscá-lo e acho-o quente novamente. Nova leitura, e já vai nos 38,5. Novamente xarope,e aguenta-se até à uma da tarde. Depois de almoço dorme uma boa sesta e ao acordar novo susto. 39,5 graus!
Mais uma colherzinha de Ben-U-Ron. O que vale é que o meu menino adora os xaropes e lambe aquela colher toda. Só não acha piada nenhuma e chora imenso quando lhe limpo o nariz com o soro fisiológico. Eu cá também não acho piada nenhuma pois também não gosto de meter gotas no nariz e entendo-o tão bem... Mas... Eu agora sei assoar-me e ele... não! Tem mesmo de ser. Desculpa meu amorzinho...

Estive até agora a preparar uma formação que vou amanhã de manhã dar a uma empresa, e vou ver como está a temperatura dele agora... Se não melhorar amanhã vai ter que ficar com a minha sogra, pois eu tenho mesmo que ir trabalhar...É assim a vida!


Bem, andemos e veremos, e espero que seja só uma virose maluca que tal como veio se vá. É que ele andou a tomar antibiótico até a passada quinta-feira... Não imagino o que possa ser agora...

04 outubro 2007

Balanço

Hoje três pessoas já tiveram alta, uma criança desencadeou uma apendicite e teve que ser operada, um adulto, por não conseguir reter a medicação teve um ataque forte de bronquite, e continuam 3 adultos e 4 crianças internadas. Continuo triste e preocupada...
Não me apetece escrever mais nada...

03 outubro 2007

A ausência...

...desta vez não se deveu ao livro... Antes tivesse sido, principalmente nestes ultimo dois dias que para mim têm sido de loucos.
A semana passada foi passada numa autêntica maratona entre as minhas aulas na Maia e em Águeda, os meninos, as idas ao infantário e a uma reunião de pais que decidi não comparecer, pois não me apeteceu passar a unica noite livre da semana a ouvir sermões e raspanetes que não me eram devidos, e já me bastou passar por isso no ano passado. E por isso, hoje fui ter uma pequena reunião com a educadora, para converasr do que realmente a mim me interessava. Parece que outros pais que também faltaram à reunião geral também tinham marcado à mesma hora, mas só eu é que apareci ( mas este assunto seria para um outro post).Desta vez resolvi aproveitar a noite e estar com os meus meninos, até porque tinha uma almoço para 40 pessoas para preparar...

Pois... para além do que já disse, passámos, eu e o Ivo toda a semana a preparar um almoço para alguns amigos mais chegados, no domingo. Encomendar comida, alugar as mesas, cadeiras e loiças, encomendar flores, bem uma trabalheira que me cansou mas, que fiz com muito prazer, pois era para receber amigos queridos.

O dia chegou, correu tudo optimamente, o pior foi ontem, segunda feira, quando começo a receber telefonemas de pessoas a perguntar se eu estava bem, pois não se estavam a sentir muito bem... E a confirmação veio mais cedo que o que eu esperava. Intoxicação alimentar com salmonelas, devido a uma sobremesa que eu mesma confeccionei, com ovos que supostamente eram objecto de um rigoroso controlo de qualidade, com identificação de lote, data de validade, e mais não sei o quê. Resultado: 10 pessoas internadas, que foram as que mais consumiram a dita sobremesa, incluindo o meu sogro, a minha mãe, o meu sobrinho e a minha cunhada.

Ontem e hoje não fui trabalhar pois não consegui deixar as pessoas internadas sem dar nenhum apoio, a elas e às familias... Já chorei baba e ranho, mas também, como não resolveu o problema de ninguém, nem fez o tempo voltar atrás, depois decidi centralizar as minhas energias, nas idas ao hospital para dar algum apoio (sabe-se lá em quê, pois médica não sou...) mas lá fui tratando de alguns assuntos pendentes que algumas pessoas tinham e que na medida do possivel, fui tentando resolver...
Eu por ironia, também comi um bocadinho da dita sobremesa, e só hoje de manhã tive um sintomazito da coisa...Vi quando fui à casa de banho...O Ivo idem aspas, e os meus meninos, felizmente nem provaram da maldita baba de camelo, e estão todos finórios!!!

25 julho 2007

Apanhada! Parte 3 - A saga continua

E temos novela...

Na DGV:
-"Vinha desfazer um equívoco. Recebi esta multa...blá, blá bla´...beca, beca..."
-"Ah pois, mas aqui não lhe posso resolver nada... Tem que pedir ao segurança, um papelinho com uma morada para a qual o seu marido terá que escrever, identificando-a a si como a condutora e não ele."

Será que aquela alminha de agente de autoridade que me atendeu no posto da GNR, não me poderia ter dado esta informação? Tive que me deslocar a Aveiro para não resolver nada?

Esta multa está-me mesmo entalada na garganta! Já agora, alguém sabe alguma coisa acerca de que os sinais de trânsito terem que estar identificados com um carimbo ou nº de série da Câmara Municipal, caso contrário estão ilegais? Agradeço ajuda neste campo, pois este mês tenho que comprar a Prevenar para o João Henrique e custa muito pagar esta multa, sabendo que preciso do dinheiro para a vacina,à qual o estado não dá nem um cêntimo de comparticipação... Como gostava de viver num país mais justo...

Janeiro em Tanger

O regresso à rotina da escola e trabalho custa sempre, sobretudo depois de dias tão bons em Portugal com amigos e familia, os nossos sitio...